Acredito que não tem ninguém melhor pra falar de Interpol do que o próprio Interpol, e é por isso que nós trouxemos pra você uma longa e rara entrevista…
Acredito que não tem ninguém melhor pra falar de Interpol do que o próprio Interpol, e é por isso que nós trouxemos pra você uma longa e rara entrevista. Pare tudo o que você está fazendo e assista o vídeo abaixo!
A banda nova-iorquina Interpol dispensa apresentações, né? Com mais de dez anos de estrada e quatro álbuns lançados, é difícil alguém nunca ter ouvido falar nos caras.
Usando a velha fórmula de juntar letras poéticas com um som melancólico, a banda construiu uma identidade com fortes referências do post-punk da década de 1970 e início de 80. Apesar de serem verdadeiros filhotes de Joy Division, o Interpol se diferencia em relação a outras bandas e artistas do estilo por fugirem da mera cópia.
O último álbum lançado – que leva o nome da banda, Interpol – não é mais novidade pros mais antenados, tanto que já desmembramos ele faixa por faixa por aqui.
Nessa entrevista, Paul Banks e Daniel Kessler falam da evolução do som da banda e de como acontece a estruturação da identidade visual dos álbuns e videoclipes. Além de comentar sobre porque isso casa perfeitamente com o impacto emocional das letras e melodias no último álbum.
Esta é uma parceria com The Creators Project, uma rede global criada em parceria entre a VICE e a Intel. Um projeto dedicado à celebração da cultura, criatividade e tecnologia. O site do projeto inclui uma combinação de perfis e documentários sobre artistas do mundo inteiro, um blog diário sobre arte e tecnologia, e, a partir de hoje, amplia seu compromisso de apoiar a arte ao lançar o The Studio.

A banda nova-iorquina Interpol dispensa apresentações, né? Com mais de dez anos de estrada e quatro álbuns lançados, é difícil alguém nunca ter ouvido falar nos caras.
Usando a velha fórmula de juntar letras poéticas com um som melancólico, a banda construiu uma identidade com fortes referências do post-punk da década de 1970 e início de 80. Apesar de serem verdadeiros filhotes de Joy Division, o Interpol se diferencia em relação a outras bandas e artistas do estilo por fugirem da mera cópia.
O último álbum lançado – que leva o nome da banda, Interpol – não é mais novidade pros mais antenados, tanto que já desmembramos ele faixa por faixa por aqui.
Nessa entrevista, Paul Banks e Daniel Kessler falam da evolução do som da banda e de como acontece a estruturação da identidade visual dos álbuns e videoclipes. Além de comentar sobre porque isso casa perfeitamente com o impacto emocional das letras e melodias no último álbum.
Esta é uma parceria com The Creators Project, uma rede global criada em parceria entre a VICE e a Intel. Um projeto dedicado à celebração da cultura, criatividade e tecnologia. O site do projeto inclui uma combinação de perfis e documentários sobre artistas do mundo inteiro, um blog diário sobre arte e tecnologia, e, a partir de hoje, amplia seu compromisso de apoiar a arte ao lançar o The Studio.






Muito bom. Gostei dos conceitos definidos da nova identidade da banda, assim como as artes envolventes.
É sempre bom ouvir algo do Interpol.
Interpol sempre surpreende, espero que os boatos de que eles vem pro Brasil esse ano se confirmem!
O legal é ver que a banda entende o processo audiovisual dos dias atuais: a banda tem que ter identidade no som, sim, mas isso deve transparecer e ser fixado com os “detalhes”.