os cara tão quibando o cocar jamiroquai porra!!
A gente já promoveu algumas coisas desse cara por aqui e também deixamos avisado que a coisa ia ficar feia quando os hipsters metessem os olhos sobre o coitado do Orlando Higginbottom. O projeto mais cool-descontraído-blablabla-whiskas-sachê do momento é sensacional por alguns aspectos como: faz parecer o Empire of the Sun a coisa mais idiota do mundo, o Goldfrapp como um bando de bichas fazendo house com um tecladinho Casio meia boca e coloca o Calvin Harris no patamar de "cara que aprendeu 3 notas musicais e vai bancar o produtor musical".

A receita é batidaça, mas sempre funciona:
A graça do T.E.E.D. é simplesmente pegar vários fragmentos distintos da música eletrônica atual e dispersá-los a sua maneira (coisa não muita diferente do que o também odiado Skrillex fez): o guri se apropria do bass londrino para montar suas linhas de baixo arranca pé do chão, usa de truques do minimal techno para criar atmosferas melancólicas, vai no synthpop buscar inspirações para sua voz e bebe do big room house para criar tensões (sem parecer brega ou previsível). Ainda há criações que beiram o experimental quase Brainfeeder, mas sem deixar de se render ao pop de fácil digestão.
O que ilude a grande maioria é pensar que não é um som acessível porque é só mais um branquelo britânico fazendo batidas no seu Ableton Live 8: ERRADO. Basta alguns views no YouTube para ver que o cara sabe criar momentos "fuck you in the ass" que conquista um público recém-acostumado com a barulhagem do dubstep, coisas mais "i'm feeling like deadmau5 today" e também criar momentos "i'm so cool" para quem foi cativado para a música eletrônica por gente como SBTRKT, Cut Copy, Neon Indian ou qualquer outro grupo/artista wannabe synthpop: e isso, meu amigo, é o sonho que todo festival tem. O Orlando acaba de criar a fórmula que vai fazer vários guris se prostarem ao seu som - ainda mais numa época tãããããão bagunçada que a música eletrônica vive: aonde já não se sabe mais o que é dj, o que é produtor musical, o que é músico, o que é banda, o que é rapper ou o que é apenas um cara como o Totally Enormous Extinct Dinosaurs.
Ah , e o maluco tá com álbum pra sair (mesmo lançando EP desde 2009 e dando pra ouvir praticamente tudo de bom que ele tem aí no Soundcloud).

A receita é batidaça, mas sempre funciona:
A graça do T.E.E.D. é simplesmente pegar vários fragmentos distintos da música eletrônica atual e dispersá-los a sua maneira (coisa não muita diferente do que o também odiado Skrillex fez): o guri se apropria do bass londrino para montar suas linhas de baixo arranca pé do chão, usa de truques do minimal techno para criar atmosferas melancólicas, vai no synthpop buscar inspirações para sua voz e bebe do big room house para criar tensões (sem parecer brega ou previsível). Ainda há criações que beiram o experimental quase Brainfeeder, mas sem deixar de se render ao pop de fácil digestão.
O que ilude a grande maioria é pensar que não é um som acessível porque é só mais um branquelo britânico fazendo batidas no seu Ableton Live 8: ERRADO. Basta alguns views no YouTube para ver que o cara sabe criar momentos "fuck you in the ass" que conquista um público recém-acostumado com a barulhagem do dubstep, coisas mais "i'm feeling like deadmau5 today" e também criar momentos "i'm so cool" para quem foi cativado para a música eletrônica por gente como SBTRKT, Cut Copy, Neon Indian ou qualquer outro grupo/artista wannabe synthpop: e isso, meu amigo, é o sonho que todo festival tem. O Orlando acaba de criar a fórmula que vai fazer vários guris se prostarem ao seu som - ainda mais numa época tãããããão bagunçada que a música eletrônica vive: aonde já não se sabe mais o que é dj, o que é produtor musical, o que é músico, o que é banda, o que é rapper ou o que é apenas um cara como o Totally Enormous Extinct Dinosaurs.
Ah , e o maluco tá com álbum pra sair (mesmo lançando EP desde 2009 e dando pra ouvir praticamente tudo de bom que ele tem aí no Soundcloud).




