10 anos após seu álbum de estréia e com 5 anos sem lançar nenhum material novo, momentos de estrelinha, disco [...]
Datarock faz apresentação única em São Paulo
Turn Turner
Essentials: Flying Lotus – 1983
Noah & the Whale – Last Night on Earth
11 Responses to “Review: Strokes – Angles”
  1. Marcelo Grava disse:

    thumbs up! life is simple in the moonlight é mesmo sensacional. sem inventar moda igual o radiohead, juju e companhia tão de parabéns.

    ps.: ge-ni-al a comparação de machu picchu com michael jackson.

  2. Lih disse:

    esperei tanto tempo por esse cd
    eu gostei mesmo, maluco.

  3. Camille disse:

    Eu achei Angles uma delícia

  4. Gil disse:

    esse álbum é um legítimo “stroke”.

  5. Bela análise!!!

    Estou bolado com esse disco, cara…

  6. Joyce disse:

    Metabolism tem uma cara de Heart In a Cage, seilá, ficou uma faixa bem “dark’. Call Me Back é uma delicia de se ouvir (assim como Life is Simple in the Moonlight). Mas odiei Games, achei enjoativa nos primeiros segundos.
    E realmente, Angles conseguiu ser um CD que ao mesmo que é igual aos outros, é totalmente diferente. Acho que já tava na hora da banda mostrar algo novo. Amei o CD, sinceramente, e acho muito nada a ver quem tá dizendo “ah, Strokes mudou blablablabla” Eles esperavam o que? Um Is This It versão 2011?

    • Diego Santos disse:

      Sim! Justamente é o que eu penso sobre o álbum. Todo trabalho novo tem que ser uma reinvenção. O Strokes tem capacidade pra fazer sei lá, cinco Is This It seguidos, mas preferem esculpir sua estrutura musical e se reinventar. Achei o álbum interessante, conciso e claro. De fato…algumas músicas não tem tanto brilho e soam meio confusas, como Games…mas no geral não consigo classificar como ‘ruim’ e sim como ‘comum’.

  7. Patricia disse:

    Adorei a crítica sobre o disco, só acho que o redator pode usar menos “sei lá” nos seus textos. Pecou no excesso, babe.

    Bjo

  8. José disse:

    Essa ideia de sintetizadores e melodias grudentas me remete ao grupo que salvaria o rock. Bem, esse “salvaria” nunca soou tão bem como agora com esse novo lançamento, harmonicamente falando tem algumas coisas manjadas nas faixas, a começar pelo single, simplesmente uma sensação de “já ouvi isso antes!” paira na atmosfera. Eu escrevo, claramente, salvaria, pois o álbum é pop xelequento, pelo menos pra mim, e é o pior disco em termos de criação dos caras. Tem lá seus pontos altos como nas músicas agitadas, exceto o single, mas perde bastante no aspecto lento que não consegue ser salvo pelos sintetizadores e riffs banais.
    Acredito que eles tenham mais créditos do que débitos e é nessa hora que acho engraçado como o nome Strokes tem, ainda, certa relevância.

El Toron is licensed under a Creative Commons · Attribution-NonCommercial-ShareAlikeke
Theme by M Salviano · RSS Feed · Login